domingo, 1 de julho de 2012

INGRESSOS À VENDA

ANTECIPADOS - R$ 10,00*
na compra do ingresso, alunos até o 5o ano têm direito a um acompanhante

NA HORA DA FESTA - R$ 15,00

sábado, 30 de junho de 2012

A EDEM faz homenagem a Luiz Gonzaga

Este ano, a Festa Junina da EDEM homenageia Luiz Gonzaga do Nascimento, que completaria 100 anos EM 2012.

Foi em 1945 que surgiu essa figura de raríssima importância dentro do cancioneiro do povo. Foi ele quem abriu as portas da música nordestina para o centro-sul do país. Gonzagão estilizou e recriou a riqueza musical nordestina, popularizando gêneros regionais. Sua obra é marcada pela inventividade, originalidade e qualidade do repertório. Asa branca, por exemplo, é ainda hoje cantada em todos os cantos do país, fazendo parte do imaginário popular.
Vamos festejá-lo!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ensino Fundamental 1 - Figurinos e oficinas

EF1 - Figurinos e oficinas

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Prezados Responsáveis

Como em todos os anos, nesse período, nos dedicamos à preparação da nossa Festa Junina. 

Nas turmas dos Ciclos II e III, esse trabalho integra o Projeto Cultura Popular que desenvolvemos em diferentes áreas do currículo. Recuperar manifestações da nossa tradição, celebrar, comemorar, brincar têm sido nossos principais objetivos ao realizarmos esse Projeto. Como nos mostra a experiência, a cada ano, essa atividade vem ganhando maior consistência e expressão através do envolvimento e da participação dos alunos, da equipe pedagógica e das famílias.

Este ano, a nossa festa  homenageia Luiz Gonzaga do Nascimento, que completaria 100 anos em 2012. Foi em 1945 que surgiu essa figura  de raríssima  importância dentro do cancioneiro popular. Foi ele quem abriu as portas da música nordestina para o centro-sul do país, estilizando, recriando a riqueza musical nordestina e popularizando, assim, esse gênero regional. Sua obra é marcada pela inventividade, originalidade e qualidade do repertório.
Para darmos movimento, cor, ritmo, calor, alegria e animação a nossa festa deste ano, as crianças do 1º ao 5º ano dançarão diferentes ritmos, como: xaxado, xote, baião, forró, maracatu - representativas do universo cultural desse grande músico, embaladas por algumas das músicas que constituem a riqueza de seu repertório.

Abaixo seguem outras informações sobre esse evento relativas às músicas escolhidas para cada turma e aos figurinos. 
Aproveitamos para convidar a todos os responsáveis para participarem da nossa Oficina de Decoração, que têm como objetivo a confecção de materiais para a ornamentar a Festa.

2- FIGURINO
Diferente de anos anteriores, este ano todas as turmas, tanto os meninos quanto as meninas, devem vir caracterizados com o que ficou tradicionalmente conhecido como “roupa caipira”.

3- OFICINAS: 5ª feira (28 de junho) -   das 18h às 20h

Oficina de Decoração da Festa – Essa atividade constitui um momento coletivo de trabalho, em que os alunos acompanhados pelos seus responsáveis,  pelos professores e pela coordenação dão acabamento a produção de materiais para ornamentar a festa, já iniciada pelos alunos, nas aulas de Artes, sob orientação do Prof. Ronaldo.

Contamos com a presença de todos

Atenciosamente,
Equipe de professores e Coordenação

segunda-feira, 11 de junho de 2012

CORTEJO de ABERTURA




Asa Branca
Luíz Gonzaga

Quando "oiei" a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de "prantação"
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus "óio"
Se "espaiar" na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração

Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração

GRUPO 1




Olha Pro Céu
Luíz Gonzaga

Olha pro céu, meu amor
Vê como ele está lindo
Olha praquele balão multicor
Como no céu vai sumindo
Foi numa noite, igual a esta
Que tu me deste o teu coração
O céu estava, assim em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xóte, baião no salão
E no terreiro
O teu olhar, que incendiou
Meu coração.

GRUPO 2




Riacho do Navio
Luiz Gonzaga

Riacho do Navio
Corre pro Pajeú
O rio Pajeú vai despejar
No São Francisco

O rio São Francisco
Vai bater no mei' do mar
O rio São Francisco
Vai bater no mei' do mar

Se eu fosse um peixe
Ao contrário do rio
Nadava contra as águas
E nesse desafio

Saía lá do mar pro
Riacho do Navio
Eu ia direitinho pro
Riacho do Navio

Pra ver o meu brejinho
Fazer umas caçada
Ver as "pegá" de boi
Andar nas vaquejada

Dormir ao som do chocalho
E acordar com a passarada
Sem rádio e sem notícia
Das terra civilizada
Sem rádio e sem notícia

GRUPO 3



Numa Sala De Reboco
Luiz Gonzaga

Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco
Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco

Enquanto o fole tá fungando tá gemendo
Vou dançando e vou dizendo meu sofrer pra ela só
E ninguém nota que eu estou lhe conversando
E nosso amor vai aumentando
Pra que coisa mais melhor?

Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco
Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco

Só fico triste quando o dia amanhece
Ai, meu Deus se eu pudesse acabar a separação
Pra nós viver igualado a sanguessuga
E nosso amor pede mais fuga do que essa que nos dão

Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco
Todo tempo quanto houver pra mim é pouco
Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco

GRUPO 4




Boi Bumbá
Luiz Gonzaga

Êi boi, êi boi
Ê boi de mangangá } bis
Quem não tem chuculatêra
Não toma café nem chá
Não toma café nem chá } bis
Não toma café nem chá

Ê boi, êi boi
Ê boi do Ceará } bis
Muié segura o menino
Que eu agora vou dançá
Que eu agora vou dançá } bis
Que eu agora vou dançá

Ê boi, ê boi
Ê boi do Piauí } bis
Quem não dançá esse boi } bis
Não pode sair daqui
Não pode sair daqui
Não pode sair daqui

Ê boi, ê boi
Ê boi do Macapá } bis
Quem tá dançando esse boi
É o prefeito do lugar
É o prefeito do lugar } bis
Éo prefeito do lugar

Vamos repartir o boi, pessoa?
Vamos!..

Pra onde vai a barrigueira?
Vai pra Miguel Pereira
E a vassoura do rabo?
Vai pro Zé Nabo
De que é o osso da pá?
De Joãozinho da Fornemá
E a carne que tem na nuca?
É de seu Manuca
De quem é o quarto trazeiro?
De seu Joaquim marceneiro
E o osso alicate?
De Maria Badulate
Pra quem dou a tripa fina?
Dê para a Sabina
Pra quem mando este bofe?
Pro Doutor Orlofe
E a capado filé?
Mande para o Zezé
Pra quem vou mandar o pé?
Para o Mário Tiburé
Pra quem dou o filé miõn?
Para o doutor Calmon
E o osso da suã?
Dê para o doutor Borjan
Não é belo nem doutor
Mas é bom trabalhador
Mas é véio macho, sim sinhor
É véio macho, sim sinhor
É bom pra trabaiá
Rói suã até suar
Ê boi, ê boi
Ê boi do mangangá..

GRUPO 5




O Xote Das Meninas
Luiz Gonzaga

Mandacaru
Quando fulora na seca
É o siná que a chuva chega
No sertão
Toda menina que enjôa
Da boneca
É siná que o amor
Já chegou no coração...

Meia comprida
Não quer mais sapato baixo
Vestido bem cintado
Não quer mais vestir timão...

Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...

De manhã cedo já tá pintada
Só vive suspirando
Sonhando acordada
O pai leva ao dotô
A filha adoentada
Não come, nem estuda
Não dorme, não quer nada...

Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...

Mas o dotô nem examina
Chamando o pai do lado
Lhe diz logo em surdina
Que o mal é da idade
Que prá tal menina
Não tem um só remédio
Em toda medicina...

Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...

1º ano




Imbalança
Zé Ramalho e Luiz Gonzaga

Óia a paia do coqueiro
Quando o vento dá,
Óia o tombo da jangada
Nas ondas do mar,
Óia o tombo da jangada
Nas ondas do mar,
Óia a paia do coqueiro
Quando o vento dá,
Imbalança, imbalança, imbalançá
Imbalança, imbalança, imbalançá
Imbalança, imbalança, imbalançá
Imbalança, imbalança, imbalançá
Pra você agüentar meu rojão
É preciso saber requebrar
Ter molejo nos pés e nas mãos
Ter no corpo o balanço do mar
Ser que nem carrapeta no chão
E virar foia seca no ar
Para quando escutar meu baião
Imbalança, imbalança, imbalançá
Você tem que viver no sertão
Pra na rede aprender a embalar,
Aprender a bater no pilão,
Na peneira aprender peneirar
Ver relampo no mei' dos trovão
Fazer cobra de fogo no ar
Para quando escutar meu baião
Imbalança, imbalança, imbalançá

2º ano




Cintura Fina
Luíz Gonzaga

Minha morena, venha pra ca
Pra dançar xote, se deita em meu cangote
E pode cochilar
Tu es mulher pra homem nenhum
Botar defeito, por isso satisfeito
Com você eu vou dançar

Vem ca, cintura fina, cintura de pilão
Cintura de menina, vem ca meu coração

Quando eu abraco essa cintura de pilão
Fico frio, arrepiado, quase morro de paixão
E fecho os olhos quando sinto o teu calor
Pois teu corpo só foi feito pros cochilos do amor

3º ano




Sabiá
Luíz Gonzaga

A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)
A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)
Tu que anda pelo mundo (Sabiá)
Tu que tanto já voou (Sabiá)
Tu que fala aos passarinhos (Sabiá)
Alivia minha dor (Sabiá)
Tem pena d'eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia...
A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)
A todo mundo eu dou psiu (Psiu, Psiu, Psiu)
Perguntando por meu bem (Psiu, Psiu, Psiu)
Tendo um coração vazio
Vivo assim a dar psiu
Sabiá vem cá também (Psiu, Psiu, Psiu)
Tu que anda pelo mundo (Sabiá)
Tu que tanto já voou (Sabiá)
Tu que fala aos passarinhos (Sabiá)
Alivia minha dor (Sabiá)
Tem pena d'eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia...
(Psiu, Psiu, Psiu)/(Psiu, Psiu, Psiu)/(Psiu, Psiu, Psiu)
(Sabiá)/(Sabiá)/(Sabiá)
Sabiá...
Tem pena d'eu (Sabiá)
Diz por favor (Sabiá)
Tu que tanto anda no mundo (Sabiá)
Onde anda o meu amor
Sábia...

4º ano






Festa
Luíz Gonzaga

Sol vermelho é bonito de se ver
Lua nova no alto, que beleza
Céu de azul dem limpinho, é natureza
Em visão que tem muito prazer
Mas o lindo prá mim é céu cinzento
Com clarão entoando o seu refrão
Prenúncio que vem trazendo alento
Da chegada das chuvas no sertão
Ver a terra rachada amolecendo
A terra antes pobre enriquecendo
O milho pro céu apontando
O feijão pelo chão enramando
E depois pela safra que alegria
Ver o povo todinho no burgão
A negrada caindo na folia
Esquecendo da mágoas sem ludú
Belo é o Recife pegando fogo (bis)
Na pisada do maracatu

5º ano




São João na Roça
Luíz Gonzaga

A fogueira ta queimando
Em homenagem a São João
O forró já começou
Vamos gente, rapa-pé nesse salão

Dança Joaquim com Zabé
Luiz com Yaiá
Dança Janjão com Raque
E eu com Sinhá
Traz a cachaça Mane!
Que eu quero ver
Quero ver paia avuar